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Novos conceitos e conteúdos, novos formatos são requeridos por digital actors, disseminados nos diferentes segmentos e grupos de afinidade. O comportamento digitalizado requer de novos estímulos. interactividade, e-commerce.

Minissaia ou saia justa?

Enquanto Avenida Brasil chega no mistério final, a gente encontra na vitrine da rua, a cotidiana paisagem da realidade. Porto Alegre. Dos gaúchos con los hermanos e como extremo sul do Brasil. Entre os Deuses nos formatos diversos. Os Alá, até Cristo da cruz, e o outro, aquele funcionário de pastores. Invocado para apenas fazer milagres, e arrecadar fortunas. Está acabando a euforia democrática das eleições. Há espaços para coisas mais sérias e interessantes. Chega mais uma sexta, para alguns começo de algo para outros, mais um dia. Nesse quadro os salões de beleza descobrem a beleza dos cuidados e transformam. Mulheres comuns em belezas. Pés feitos e vestidos com saltos delicados. Pernas torneadas na academia. Barriguinha tanquinho. Minissaia? ou saia justa?
A pergunta é iminente para quê ocasião?

Para continuar no dilema do equilíbrio. Amor ou negócio? Todas as maquiagens sedutoras, todas as lutas para recuperar liberdades. Sair com amigas, curtir a vida e os momentos. Viajar, ser independente e dona absoluta. Este que tem 15 anos menos, aquele que podia ser o avô, mas….
Então, jantar, viajar , festa, tanto dá. A ocasião não define como a deusa do charme e beleza estará retratada no Face. E tem mais, já o meninão malhado, e o metrosexual mais oTufão, tem na Inglaterra as tradicionais alfaiatarias para converter homens comuns e gentlemans.

 

Digital Actors interacting in people.

Gutember deu vida ao livro, ao jornal e aos leitores. Quando o rádio estabeleceu o conjunto de ouvintes, o termo audiência definiu o conjunto de pessoas ligado nesse meio de comunicação. A TV incorporou o telespectador, afinou a mídia e métodos de estudo de preferências, horários  tipos de programação que durante anos pautaram custos, resultados e limitaram o acesso de anunciantes. A internet, a rede desenvolveu o conceito de internauta de surf na web. Uma nova forma de interatuar entre pessoas e trabalhar. Não é a toa que Microsoft, Apple, suplantaram a IBM, Olivetti, Burroughs na liderança e tornaram-se ícones, até mesmo em Wall Street. Porem tecnologia não é meio em si mesmo, é o suporte, o carrier  sobre os quais os novos meios de comunicação começam a delinear novas formas de comunicação. Pois bem, este novo genérico de leitores, audiência, telespectadores que os novos meios sustentados na internet, HD, conteúdos e entretenimento são os digitalactors. Uma expressão nova que define o processo da comunicação digital e dos novos meios e mídia atual. A virtualidade é suplantada pela realidade gerada a partir de conteúdos. Seja no youtube, digital magazines, Instagram, bambuser, ou dezenas de places de relacionamento e suas derivações nas Redes sociais. Num tablet, smartphone ou note, haverá um digitalactors condicionado a seu próprio papel. Interagindo, opinando, refletindo conceitos sobre insights  sobre mensagens recebidos.

As máquinas e sistemas, são brilhantes no processamento e classificação dos digital actors. Fantásticos avanços de Google adword, na segmentação  No detalhe e colocação das impressões. Mas o principio como são conduzidos não são tão distantes assim do Gutemberg e do manejo do telespectador. O link deve completar-se com conteúdo atual, capaz de encantar e criar um insight positivo e motivante no digitalactor, que por sua vez atuará como amplificador. Curtir? G+1?, não são opiniões apenas. São o receptor final dos novos meios digitais. Essa mídia determina as mudanças em comportamentos, no Branding real de produtos e serviços. O mailing indiscriminado agora é apenas Spam. Anacronismo de quem quer comunicar algo mas erra feio quando pensa que o telespectador receptivo, continua passivo. Ele é um digitalactors aberto, ativo e relacionado em rede. Muitas grandes empresas, a começar pela Kodak, não souberam dar valor ao seu principal patrimônio. Seus clientes, hoje digitalactors.

Querendo Vender pode mudar.

A venda é uma transferência, mas dependendo do produto ou serviço, onde incide o PDV  e por sua vez o mercado circundante ou o transito de pessoas ou Veículos e ai espaço para estacionamento. Mas a oferta e sua respectiva segmentação. Todos elementos diversificadores de uma clientela extremamente segmentada. Essa diversidade e a falência dos meios massivos, leva a prantear mudanças na estratégia comercial. de todas as empresas. Sem distinção do porte. Vender é mostrar para o cliente certo o que se tem para vender. O cliente olha, se agrada e compra. Por isso a nova mídia digital HD começa a ser adotada. O Walmart, concretamente no BIG PR adota a plataforma Issu da qual somo revendedores no Brasil. Boa perspectiva de evolução nos procedimentos gráficos e de comunicação. A imagem com mídia digital HD vende.